Redirecionando rotas
- raquelguerra31
- 25 de nov. de 2024
- 1 min de leitura

Flávio, após a partida de Sophia, enfrenta um momento desafiador em sua vida.
Com 59 anos e uma carreira em TI, ele se sente perdido sem a parceira que sempre foi a responsável por manter suas conexões sociais e familiares.
A solidão e a tristeza o cercam, mas sua natureza otimista o impulsiona a buscar outras rotas para encontrar sentido em sua nova realidade.
Após meses de luto, Flávio decide caminhar na praia, onde reencontra amigos que demonstram carinho e preocupação com seu bem-estar.
Essa interação o surpreende e renova sua esperança, revelando que ele é mais querido do que imaginava.
Motivado por esse apoio, ele começa a se dedicar ao seu bem-estar, frequentando lugares mais espiritualizados e fazendo terapia.
A terapia se torna um componente essencial em sua jornada de autodescoberta e recuperação emocional.
Ela não apenas o ajuda a lidar com suas dificuldades emocionais, mas também promove um crescimento pessoal significativo.
Flávio percebe que esse processo é longo, mas necessário para resgatar sua confiança e melhorar sua qualidade de vida.
Com o tempo, ele se transforma, encontrando novas formas de se conectar com os outros e consigo mesmo.
Essa busca por novas rotas não só o ajuda a enfrentar o luto, mas também a redescobrir sua identidade e valor pessoal.



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