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"Aceitação nas Relações Familiares: O Desafio de Ser Quem Somos"

  • raquelguerra31
  • 9 de abr.
  • 2 min de leitura

💭 Outro dia, durante um almoço com uma amiga, falávamos sobre como as conversas com quem somos íntimos são profundas e reais.

Essas trocas, em que estamos inteiros, presentes e dispostos a ouvir, são um verdadeiro encontro.

No meio dessa conversa, compartilhei uma percepção que tive em uma festa de uma “família normal” – e digo "normal" no sentido de uma família complexa, que tem suas trocas positivas, boa comunicação e tenta resolver seus conflitos da melhor maneira.

Porém, toda família tem suas regras, padrões culturais, sociais e até religiosos, que moldam o que conseguem ver e como interpretam o que enxergam.

Mas, quando alguém ou algo foge desses padrões (seja por orientação sexual, raça, classe social ou qualquer outra diferença), a aceitação nem sempre é tão simples assim.

Naquela festa, parecia tudo cordial.

Mas logo surgiram aquelas piadinhas, os comentários “preocupados com o que os outros vão pensar”, conselhos paternalistas e opiniões que pressionam alguém a seguir padrões como se fossem a única escolha certa.

Também teve aquele comportamento que tenta tornar invisível quem é diferente e piadas “sem maldade” que ridicularizam gostos, corpos ou traços de personalidade fora dos padrões.

Esses momentos, aparentemente inocentes, podem afetar profundamente a autoestima e a identidade das pessoas.

Muitas vezes, levam a pessoa a esconder suas reais vontades ou até a adotar comportamentos que não são seus, só para ser aceita.

A minha amiga e eu concluímos que isso é mais comum do que imaginamos. 🤔

Então, da próxima vez que você achar que as relações familiares estão tranquilas e sem conflitos, lembre-se: o que realmente mede a saúde dessas relações é o grau de aceitação das diferenças. 💬

Raquel Guerra

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